De frente com a Kim: Daniel Henrique

Oi, amores!  ♡
Tudo bem?
Esses dias tive a oportunidade de conversar com o autor Daniel Henrique, que tem seu livro ”Meia Noite" já em segunda edição, publicado pela Editora Skull. Conheçam um pouco sobre o autor!


Oi, Daniel!
Tudo bem?
Fale um pouco sobre você.
Oi Kimberly, eu estou bem e você? Tenho 21 anos, estou cursando história e sou viciado em livros, filmes, séries e games. São os meus hobbies favoritos.
Desculpa a demora. Acho essa uma das perguntas mais difíceis 🤣
Também sou autor, publiquei meu primeiro livro, Meia-noite em 2017

Você publicou seu primeiro livro bem novo. Qual foi a sensação que a publicação te trouxe?
Quando eu recebi o e-mail de que o livro tinha sido aceito, fiquei ansioso até sua publicação. Nesse processo todo foi uma mistura de ansiedade e felicidade ao mesmo tempo. Como se um sonho em minha vida tivesse sido realizado. E foi. Sonhava em publicar um livro desde os meus 10 anos (risos)

Que moço precoce! Parabéns!
Na escola em que eu estudava, falava para a professora que um dia eu seria escritor. Ela dava bastante apoio. Certa vez fizeram uma parceria com uma editora infantil e publicaram fábulas escritas pelos alunos. Naquela época, foi o mais perto que cheguei de escrever um livro 🤣🤣🤣

Como surgiu Meia Noite?
O Meia noite surgiu de um conto. Na época eu estava lendo bastante livros do gênero e queria criar a minha própria história. Eu escolhi que se passaria em Joanópolis, pois era uma cidade que tinha visitado e gostado da lenda do Lobisomem que contam por lá. Seria um conto de apenas dez páginas, mas vi que daria para continuar e continuei até se tornar o Meia noite que conhecemos hoje (risos)

Você ainda tem o conto original?
Não tenho. Eu continuei no mesmo arquivo, mas ele também não tinha sido finalizado. O final do conto estava apenas na minha cabeça. Seria o psicopata matando todos, mas com a história de cada um para o leitor se envolver com os personagens.

Tem algum motivo especial para a escolha dos nomes? O meu por exemplo veio de um romance kkk
Sinceramente? Não (risos). Os nomes de Kate, Karen e Kassie foram escolhidos "do nada". Eu conhecia algumas pessoas chamadas Karen e os outros dois vieram na minha mente. Já com o nome Jonathan, tive influência de um amigo, mas só pelo nome, pois o detetive não tem nada das características e perfil dele (risos)
Que legal! Você é a primeira Kimberly que conheço 😁😅


Porque os nomes combinando? Será que não tem nadinha mesmo? kkk
Não sei. Talvez possa ter, no meu subconsciente, alguma influência em livros e filmes que leio, afinal, Kate é um nome comum, até. O nome Kassie também já tinha ouvido falar algumas vezes. Pode ser por isso 😅
Mas confesso que gostei quando assimilaram com risadas 🤣🤣
Achei cômico, para um livro de suspense, associarem a isso

KKK Entendi.
Sobre o livro novo. O que pode dizer?
Se passa em Campinas. Uma morte é transmitida via redes sociais e Jonathan é chamado para investigar... Eu envolvi um pouco de Deep Web, redes sociais, método de assassinato de Jack - o estripador e dei bastante ênfase para o assassino também.

De onde surgiu a ideia desse novo livro? Por que Conexões Mortais? Pode dar spoiler kkk
O Conexões mortais foi mais na "contramão" da primeira ideia que o Meia Noite. No Meia noite, eu continuei a história de um conto, mas no Conexões foi diferente. Tem um hotel em Campinas bem famoso, onde os jogadores de Portugal se hospedaram em 2014, que imaginei uma cena de assassinato acontecendo por lá, mas não sabia se daria certo, por ter que pedir autorização. Então, eu comecei a imaginar outra cena. Uma cena de assassinato via redes sociais, e comecei a escrever.
Conexões Mortais veio quando percebi que teria a ver com duas coisas principais que abordava no livro. O assassinato e quando eu criei uma conexão com a maioria dos personagens da trama.

Nenhum spoiler? kkk
Tem dois "loucos" na trama... 🙈🤫

Trabalham juntos? #curiosa
Sim e não. É meio complicado a história deles.

Qual é a sensação de ter seu livro publicado tradicionalmente?

Eu me sinto agradecido, à todos os meus leitores por me ajudarem nessa conquista. Vejo como uma conquista, pois ganhei a publicação tradicional após bater a meta estabelecida pela editora no primeiro livro e isso me deixou muito feliz e, principalmente, agradecido (risos).

Deve ser maravilhoso. Fale um pouco sobre seu processo de escrita.
Quando começo um livro e avançar na história em pensamentos, faço vários textos retratando a biografia dos personagens e suas características para "não me perder" na hora de escrever.
Gosto de escrever à noite, pois é um horário em que tudo está em silêncio e consigo organizar meus pensamentos. Também tenho um grupo no WhatsApp que só tem eu de membro. Quando fico com alguma ideia e não estou em casa, gravo um áudio. Além disso, crio pequenos documentos Word onde deixo minhas "pesquisas bases" para escrever e faço outras pesquisas conforme avanço na história.

Tem algum ritual para o momento da escrita? Eu, por exemplo, escuto música clássica.
Ritual acho que só escrever à noite, mas, às vezes, quando estou em um momento tenso do personagem e o silêncio não me ajuda, ouço alguma música que combine com o momento do livro.
Mas quando eu estava perto do final do Conexões, não estava conseguindo me concentrar, então, coloquei músicas de meditação para focar 🤣

Eu gosto de músicas de meditação e músicas clássicas. Me acalmam e fazem as ideias fluírem. Mas até ontem, nunca tinha tido coragem de falar isso kkk
As minhas também. Comecei a meditar quando queria ser hipnotizado e não conseguia porque nunca conseguia esvaziar minha mente, então, meu amigo me deu a ideia de tentar meditar e me ensinou 🤣🤣
Por que? Meditação é legal 🤣😁

Porque não gostava que me chamavam de cult kkkkkkk
O modo como as pessoas falam cult hoje é ofensivo. Já bastava alguns da família.
🤣🤣🤣
Eu não sabia que meditação era algo cult 🤣🤣🤣
Eu achava que era de humanas. Meu amigo, por exemplo, é budista, vegano, faz filtro dos sonhos e medita. 🤣🤣🤣

Eu já sou a chata que lê muito, escuta clássico, assisti filmes e séries legendadas, não escuta funk ostentação e ainda insiste pra todo mundo ler kkk Amo os clássicos kkk
É, tem razão, seria chamada de cult. Mas ser cult é legal 🤣😁

Meditação é de humanas, mas o restante não kk
Amo filtro dos sonhos 😍
Voltando a você, como é seu relacionamento com seus leitores?
Eu tento ser o mais próximo possível. Sempre comento algo que postam do livro e procuro ver todas as postagens para achar leitores em comentários para agradecê-los pela leitura. Geralmente no virtual, mas, ano passado, na fila do cinema, fui abordado por uma leitora e, por alguns segundos, fiquei sem reação, mas agradeci pela leitura e a cumprimentei. Ela não pediu para tirar foto e nem estava com o livro no momento, mas foi uma sensação incrível. Quero ser para os meus leitores como eu queria que meus autores favoritos fossem comigo. Se encontrá-los, serão como meus amigos.

Que lindo! ❤ Queria que todos os autores fossem assim.
Sua família te apoia na escrita?
Daniel Henrique: Sim. Me apoiam bastante. Já foram até em eventos comigo (risos)

Tem algum novo projeto em mente?
Por enquanto, tenho em mente um conto, mas não sei ainda quando escreverei.

Deixe um recado para seus leitores
Muito obrigado por tudo. Obrigado por suas leituras, comentários e avaliações. Espero que aproveitem bem a nova investigação do detetive Jonathan Prim ❤

Daniel, agradeço pela conversa e espero que seu novo livro seja bem recebido.
Sucesso!
Muito obrigado, Kim, foi um prazer ser entrevistado por você.

Essa foi minha conversa com o autor de Meia Noite (cujo a resenha está disponível aqui)
Espero que tenham gostado da conversa e também estejam curiosos com Conexões Mortais que está em pré-venda.
Ambos os livros pela Editora Skull.


Beijinhos, Kim.

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